Rosas – Dulce Maria Cardoso

Repetir. Repetir. Repetir. Repetir.

A importância de um gesto está sempre na repetição. Um gesto
isolado pode muito bem nunca ter sentido.
A importância de um gesto está sempre na repetição. Um gesto
isolado pode muito bem nunca ser sentido.
A banalização de um gesto está sempre na repetição. Um gesto
repetido pode muito bem já não ser sentido.
A banalização de um gesto está sempre na repetição. Um gesto
repetido pode muito bem já não ter sentido.

 

Douda Correria#68
Rosas – Dulce Maria Cardoso

(capa e desenhos de Alice Geirinhas / composto por Joana Pires)

 

capaROSAS.jpg

 

Imprensa/Blog´s

Observador | 28.09.2017:

http://observador.pt/2017/09/28/palavra-dita-lida-e-cantada-no-festival-silencio-em-lisboa/

Diário de Notícias | 01.08.2017:

http://www.dn.pt/lusa/interior/maria-gabriel-llansol-e-edicao-independente-em-destaque-no-festival-silencio-8677728.html

 

 

Lançamento: Festival Silêncio

29 SET | GIV LOWE

Lido e apresentado pela autora e Isabel Abreu 

https://www.facebook.com/events/339029699880149/?active_tab=about

http://festivalsilencio.com/wp/events/lancamento-rosas/

vit coragem.jpg

Vitorino Coragem.jpg

Fotografia: Vitorino Coragem

 

 

 

silêncio.jpg

(douda da Sara Pestana)

 

 

Dulce Maria Cardoso (Trás-os-Montes, 1964) publicou em 2001 o seu romance de estreia, «Campo de Sangue», Grande Prémio Acontece, escrito na sequência de uma bolsa de criação literária do Ministério da Cultura.
Desde então, publicou os romances «Os Meus Sentimentos» (2005), Prémio da União Europeia para a Literatura, «O Chão dos Pardais» (2009), Prémio Pen Club e ” O retorno (2011), Livro do Ano dos jornais «Público» e «Expresso» e Prémio Especial da Crítica.
Publicou ainda, entre outros textos, a saga infanto-juvenil da Lôá e a antologia de contos “Tudo são historias de amor (2013), finalista de vários prémios e muito saudada pela crítica.
A sua obra encontra-se traduzida em várias línguas, está publicada em mais de duas dezenas de países e é muito estudada em universidades portuguesas e estrangeiras.
Foram feitas adaptações cinematográficas e dramatúrgicas de alguns dos seus contos e romances por artistas de aclamado prestígio.
Em 2012, recebeu do Estado Francês a condecoração de Cavaleira da Ordem das Artes e Letras.

Dulce M. C. foto Miguel Baltazar.jpg

Fotografia: Miguel Baltazar

 

 

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