Romance – Lígia Soares

«cena I. amo-te

 

Diz que me amas

Eu também te amo

Amo-te muito

Diz: Eu sei

Tu sabes

Diz: Sim sei

Como é que sabes?

Diz: Não sei»

 

douda correria#22
Romance – Lígia Soares

(capa de João Lucas / composto por Joana Pires)

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para romance

 

Imprensa / Blog´s

Jornal Público | por Gonçalo Frota | 07.08.2017:

https://www.publico.pt/2017/08/07/culturaipsilon/noticia/um-ciclo-de-teatro-contemporaneo-para-ingles-e-nao-so-ver-1781595

VERY TYPICAL

teatro contemporâneo português

7 a 13 Agosto 2017:

 

ROMANCE 

Escrito e interpretado por Lígia Soares

Em “Romance” vozes e perspectivas plurais são incluídas num texto como uma espécie de paródia aos discursos vigentes no mundo ocidental do séc. XXI e estabelecendo uma relação entre performance e espetador através de um dispositivo cénico que leva o público a ser a voz  que espelha o performer.

Duração: 50’”

http://us6.campaign-archive2.com/?u=d7e5b41755ad03346d1bec36b&id=82c909e42a

 

Açoriano Oriental | 22.03.3017:

http://www.acorianooriental.pt/noticia/teatro-micaelense-acolhe-sala-de-embarque

 

 

Lígia Soares
Coreógrafa e dramaturga portuguesa. Começa o seu trabalho como atriz na companhia de Teatro Sensurround em 1997. Criou desde 2001 mais de 20 peças da sua autoria ou em
colaboração onde relaciona a escrita com a sua experiência em dança. Foi residente da
TanzFabrik-Berlin de 2004 a 2006, em 2008 integra o programa internacional DanceWeb em Viena. Juntamente com Andresa Soares é diretora artística da Máquina Agradável. Entre as suas peças destaca “At The Origins of The Crisis (Berlim,2015), Birds and Wind
(Berlim,2008),”O Homem e o Urso”(Lisboa, 2011), “La Famiglia” (Guimarães, 2012), “Romance” (Porto, 2015), “The Lung” (Lisboa/Roterdão, 2016) e “Turning Backs” (Roterdão, 2017). Em 2015 ganhou o concurso “Transgressões Urbanas” da ArtemRede com a criação de dispositivos cénicos para foyers de teatros. Tem colaborado regularmente com o dramaturgo Miguel Castro Caldas criando “Sabotage” (São Luiz, 2015) e “Se Eu Vivesse Tu Morrias” (Culturgest, 2016). Promoveu vários programas nacionais e internacionais de programação como “Celebração”, Culturgest 2012, “Demimonde na Galeria da Boavista”, 2013, “Meio-Mundo Estrada Fora”, Lisboa/Porto/Madrid/Paris, 2014, “Face a Face”, 2015, Brasília, 2016, Rio de Janeiro. Foi membro do laboratório de escrita para teatro do Teatro Nacional D. Maria II em Lisboa para o qual escreveu a peça “Civilização”. Prossegue uma pesquisa em como criar dispositivos cénicos inclusivos da presença do espetador como elemento constituinte da dramaturgia do espetáculo, incorporando ou substituindo o próprio papel de performer.
A sua peça “Romance”, de 2015,  foi editada pela Douda Correria.

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Fotografia: Estelle Valente

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