Canto da Alforreca – José Luís Costa

“Que prestígio resta ao bicho, nas hierarquias

da Caparica? Nenhum pescador o admira.

Da Praia da Mata à Fonte da Telha, crian‑

ças organizam brigadas de extermínio. Mas

quando a alforreca canta, o mar não acredita,

o mar é pele de galinha até perder de vista.

São canções tolas, coisas como: «É amarga a

vida das alforrecas / Ai Ai Lô / Quero crer

na metempsicose / Ai Ai Lô / Quero reen‑

carnar no dedal da tua amada.»”

 

Douda Correria#33
Canto da Alforreca – José Luís Costa
(capa de Manuel San Payo/ composição por Pedro Serpa)

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Imprensa/ Blogs

Jornal Expresso | Revista E  | 13.02.2016:

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Jornal i- Canto de Alforreca

Três poemas de José Luis Costa – no Bibliotecário de Babel

Ed Caliban- Canto de Alforreca

 

José Luís Costa nasceu em Lisboa, em 1978. Trabalha como intérprete e tradutor. Publicou três livros de poesia: 20 poemas a Anton Webern (&etc., 2005), Da Madragoa a Meca (&etc., 2013) e Canto da Alforreca (Douda Correria, 2016).

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Douda Correria/ Mia Soave no facebook:

https://www.facebook.com/doudascorrerias/

Contacto/Pedidos:

doudacorreria107@gmail.com

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